“Filho,cuidado, não pule do sofá! Você vai se machucar!”, “ Não brinque na escada que você pode cair!”, “Faca e tesoura não são brinquedos de crianças!”, “Não suba aí!”, “Não puxe o rabo do cachorro!”, “Não coloque o garfo na tomada!”, “Não mexa no fogão!”, “Saia de dentro do freezer!”, “Andar de bicicleta, só de capacete!” Ufa! Coração de mãe tem que ter saúde em dobro!
Nossos filhos gostam e querem experimentar. Faz parte da natureza testar os limites sempre.
Todo e qualquer esporte tem seus riscos e uma preparação física e psicológica adequada, planejamento, equipamentos de segurança e a “noção do perigo” são fundamentais para uma aventura ou sessão de esportes bem sucedidos.
Muitas vezes a iniciação precoce não contempla a maturação psicológica necessária para avaliar os riscos de uma determinada prática, ou não vêem necessidade real de “tantos equipamentos de segurança”. “- Eu já sei andar de skate...não preciso de capacete!”
Nossos filhos precisam de nós para lhes mostrar os verdadeiros riscos escondidos por trás do brilho da aventura. Mostrar as conseqüências da imprudência é nossa responsabilidade e dever. Porém, se não apoiarmos suas iniciativas, muito provavelmente elas serão testadas sem a nossa presença.
Nada mais gratificante para uma pessoa (leia aí: crianças, adolescentes, adultos e melhor idade) do que ter vencido um desafio quando sabe que havia um certo grau de risco. E para todos: nada melhor que um sorriso de encorajamento e orgulho de quem foi testemunha do seu sucesso!
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